Não sei se foi imaginação minha ou se li no blog de alguém quem dissesse que se o Acordo Ortográfico fosse ratificado por Portugal que passaria a votar em branco. Sei é que fiz daquela posição a minha posição, já a partir do próximo acto eleitoral que será para mim um ato eleitoral mesmo pela grafia actual.
Um país não é um hino ou um desenho numa bandeira. Um país é a sua língua e é a sua cultura.
E se um conjunto de políticos se arroga o direito de interferir na língua que é minha, contra aquilo que caracteriza a cultura dos cidadãos dum país, servindo interesses que não os dos portugueses, então repudio-os, porque já não são mais políticos de Portugal.
A partir de hoje e para sempre, se este acordo não tiver retrocesso, o meu voto será sempre público e será sempre o mesmo: votarei em branco.
Artigos prévios: Abaixo-assinado contra a idiotia, Ainda contra o acordo ortográfico, Porque não quero o novo Acordo Ortográfico.
Um país não é um hino ou um desenho numa bandeira. Um país é a sua língua e é a sua cultura.
E se um conjunto de políticos se arroga o direito de interferir na língua que é minha, contra aquilo que caracteriza a cultura dos cidadãos dum país, servindo interesses que não os dos portugueses, então repudio-os, porque já não são mais políticos de Portugal.
A partir de hoje e para sempre, se este acordo não tiver retrocesso, o meu voto será sempre público e será sempre o mesmo: votarei em branco.
Artigos prévios: Abaixo-assinado contra a idiotia, Ainda contra o acordo ortográfico, Porque não quero o novo Acordo Ortográfico.


Podiam ter elaborado um acordo para o futuro. Um acordo que fosse consonante com as novas tecnologias e que, assim, incorporasse a nova linguaxem dax novax xeraxoex.
Ora bem! Assim é que é falar... para ver se esta gente percebe que não pode manipular assim a cultura de 10 milhões de pessoas, só porque querem.
Concordo contigo, e é o que eu (eventualmente) farei, também não fiz segredo nenhum com isso.
Pois que eu também me fartei de assinar petições contra o acordo ortográfico, mas ninguém me(nos) deu ouvidos. Às vezes pergunto-me se os políticos ouvem mesmo. E cumprirás com o teu dever cívico.
Beijocas.